O hábito de roer unhas está, geralmente, associado a questões emocionais e que costuma gerar consequências que vão além de danos à aparência das unhas e machucados nos dedos. Pode comprometer a saúde bucal.
Este comportamento repetitivo afeta todo um sistema que abrange ossos, músculos, nervos, vasos sanguíneos, língua e dentes e dessa forma, vira fator de risco para disfunções na articulação temporomandibular (ATM), a que conecta a mandíbula ao crânio e fica logo a frente dos ouvidos. Como principal resultado desse desgaste, surge a dor nos músculos da face e mesmo a de cabeça.
Os sintomas da disfunção temporomandibular são zumbidos, incômodos nos ouvidos, limitação na abertura da boca e dificuldade para mastigar os alimentos.
A primeira avaliação que aponta tais problemas pode ser diagnosticada pelo dentista, é preciso identificar por que o indivíduo adquiriu esse hábito. Na sequência, se projeta as soluções para que ele consiga abandonar. No processo, pode-se indicar ao paciente medicamentos, dispositivos intraorais e placas protetoras.

Muitas vezes, o tratamento deve envolver outros profissionais de saúde, caso do psicólogo e do psiquiatra e até mesmo professores de terapias complementares, como meditação e ioga. Esse trabalho interprofissional costuma ser determinante para a resolução do problema.
O ato de roer as unhas afeta a boca de outras formas. Desgasta a superfície dos dentes, tornando-os mais frágeis e sujeitos a fraturas, por exemplo. Também aumenta o risco de reabsorção das raízes, especialmente entre quem usa aparelhos ortodônticos.
Arte Sorriso
Dentista no bairro Ingleses, Florianópolis
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